Trump taxa semicondutores em 100% e favorece produção da Apple

Donald Trump anunciou uma tarifa de 100% sobre a importação de chips e semicondutores, buscando fortalecer a produção nos EUA. Essa medida pode mudar a cadeia de suprimentos global e beneficiar empresas como a Apple que investirem localmente. No entanto, a Apple ainda depende de fornecedores asiáticos para peças importantes. Veja como essa nova política tarifária pode afetar o futuro da tecnologia!
Em mais uma decisão que acirra a disputa global pelo controle da cadeia tecnológica, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na tarde desta quarta-feira (06/08) uma tarifa de 100% sobre a importação de chips e semicondutores — setor essencial para a indústria de tecnologia, defesa, veículos elétricos e inteligência artificial. A medida, divulgada pela Bloomberg News, surpreendeu exportadores asiáticos e força uma reconfiguração imediata na estrutura de suprimentos. Com isso, Trump taxa semicondutores em uma ofensiva que pressiona diretamente países como China, Taiwan e Coreia do Sul, ao mesmo tempo em que recompensa empresas dispostas a investir na produção local, como a Apple.
Trump taxa semicondutores e oferece isenção a quem investir nos EUA
Ao afirmar que Trump taxa semicondutores em 100%, o presidente também sinalizou isenções estratégicas. Segundo ele, as tarifas não se aplicarão a empresas que produzam nos Estados Unidos ou apresentem compromissos formais de investimento no país.
A medida foi anunciada ao lado de Tim Cook, CEO da Apple, que revelou planos da big tech de investir US$ 100 bilhões adicionais em manufatura nos EUA. Assim, a fabricante do iPhone escaparia da tarifa de 100% na importação de componentes, desde que cumpra as exigências de contrapartida com produção local.
Apple será a maior beneficiada com a taxa dos semicondutores
A política tarifária que define que Trump taxa semicondutores favorece diretamente a Apple — símbolo da inovação americana e uma das maiores empresas do mundo em valor de mercado. O anúncio, feito ao lado de Tim Cook, reforça que a estratégia mira beneficiar empresas já alinhadas com o plano de nacionalização industrial.
No curto prazo, a Apple desponta como principal beneficiária por já contar com compromissos públicos de investimento nos Estados Unidos. A empresa evita o impacto da tarifa de 100% e protege sua margem de lucro, enquanto concorrentes asiáticos, que dependem da exportação para o mercado americano, enfrentam alta imediata de custos.
No longo prazo, a política de Trump que taxa semicondutores e concede isenções mediante investimento nacional fortalece a posição estratégica da Apple. A companhia já lidera projetos como a fábrica da TSMC no Arizona e acelera a adaptação ao novo ambiente protecionista. Ainda que parte da cadeia permaneça concentrada na Ásia — sobretudo com fornecedores como a Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC) — a Apple lidera o movimento de relocalização industrial incentivado pela Casa Branca.
Com isso, a empresa se posiciona como vencedora tanto no curto quanto no longo prazo do novo regime tarifário norte-americano.
Nova taxa e impõe impacto global aos chips asiáticos
O movimento em que Trump taxa semicondores em 100% ocorre num cenário mais amplo de guerra comercial entre EUA e China. Os chips atingidos são insumos vitais para aplicações estratégicas da indústria moderna — áreas em que a liderança produtiva tem sido historicamente asiática.
Agora, com as tarifas, a competitividade dos países asiáticos — especialmente China, Japão, Coreia do Sul e Taiwan — entra em xeque. Empresas norte-americanas, por sua vez, são incentivadas a investir internamente, com vantagens fiscais e comerciais claras. A medida também pressiona outras big techs a anunciarem novos aportes locais, sob pena de perder espaço no maior mercado consumidor do mundo.